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Saiba mais sobre Cirurgia Vascular

O cirurgião vascular trata as enfermidades relacionadas aos vasos sanguíneos que fazem parte da circulação.

 

O sistema circulatório é composto por artérias, veias e sistema linfático, que são responsáveis por transportar o sangue e os nutrientes desde a cabeça até os pés. Existem doenças que podem afetar de forma específica cada um dos sistemas, em homens, mulheres e crianças de todas as idades. Desde bebezinhos com alterações relacionadas ao desenvolvimento dos vasos sanguíneos, também chamados hemangiomas, passando por pacientes jovens com vasinhos e varizes, até pacientes idosos com alterações crônicas degenerativas da circulação.

 

Gestantes podem apresentar desconforto nas pernas e o cirurgião vascular pode complementar a atenção do obstetra da paciente em casos mais complexos.

 

Outra aplicação da Cirurgia Vascular em Ginecologia e Obstetrícia é no tratamento de alguns tipos de miomas, por meio da embolização e outras técnicas. É essencial procurar um cirurgião vascular quando houver algum sintoma relacionado ao sistema circulatório, como cansaço, dores nas pernas, formigamento, inchaço nos tornozelos e pés, ou surgimento de feridas nos membros.

 

Até mesmo casos de AVC podem necessitar da intervenção e acompanhamento pelo cirurgião vascular. 

 

Médica Responsável:
Dra Vanessa Assis dos Santos é cirurgiã vascular, com especialização pela Universidade Estadual Paulista - UNESP.

 

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Varizes e vasinhos

Diagnóstico e tratamento


Varizes

As varizes são veias superficiais dilatadas, alongadas e tortuosas, que acometem principalmente as mulheres. A ação hormonal e a genética são importantes para o surgimento das varizes, mas existem vários outros fatores que também podem ser desencadeantes ou responsáveis pelo seu agravamento.

 

O excesso de peso aumenta a pressão abdominal, dificultando o retorno venoso, o que favorece o aparecimento das varizes. Pelo mesmo motivo, associado a ação dos hormônios (estrogênio e progesterona), a gravidez faz surgir ou piora as varizes já existentes. Quanto maior o número de gestações, maior é o risco de desenvolver varizes.

 

Outro importante fator é a postura predominante no trabalho. Pessoas que passam a maior parte do tempo em pé ou sentada apresentam mais chances de ter a doença.

 

As principais queixas dos pacientes são dor, cansaço, peso, coceira, câimbras e inchaço nas pernas, além do fator estético.

 

O diagnóstico é realizado através da história clínica e do exame físico, com o auxílio essencial da ultrassonografia de membros inferiores com doppler.

Há várias alternativas de tratamento para varizes, com possibilidade de excelentes resultados estéticos. Somente o médico cirurgião vascular é capaz de avaliar o melhor tratamento para cada caso.

 


Vasinhos

Telangiectasias, mais conhecidas como “vasinhos”, são veias superficiais, de fino calibre (<1mm), que podem se apresentar de modo isolado ou aglomeradas e estar associadas ou não a varizes mais profundas, sendo importante a investigação com ultrassonografia de membros inferiores, no caso de suspeita clínica. Queixas de peso, cansaço ou queimação nas pernas, principalmente no período pré-menstrual, podem estar presentes.

 

Os principais tratamentos são a escleroterapia, o laser transdérmico e a ClaCs (Criolaser e Crioescleroterapia), que é a associação dos 2 métodos.

 

A escleroterapia utiliza agentes que provocam uma lesão química na parede do vaso. As principais substâncias são a glicose hipertônica (75%) e o polidocanol (espuma), sendo que o último é mais indicado para os casos resistentes à glicose, já que apresenta grande risco de manchar a pele, entre outras complicações (reação alérgica, flebite). A glicose tem excelente resultado estético, dificilmente provoca manchas e não está relacionada a reações alérgicas.

 

O laser transdérmico provoca uma lesão térmica no vaso e é indicado para as telangiectasias e veias de maior calibre (1-3mm). Deve ser utilizado com muita cautela em peles morenas ou bronzeadas. As complicações são raras, mas podem ocorrer queimaduras e manchas.

 

Na técnica de ClaCs, primeiro deve ser realizado o laser e, após avaliação do seu efeito, aplica-se a escleroterapia nos pontos em que a veia ainda está aberta. Com esse método ocorre uma potencialização do efeito, pois a ação da substância química tende a se prolongar dentro do vaso.
 

A Clínica Vie oferece todos estes tratamentos, inclusive o laser através da plataforma Etherea (vide artigo em nosso blog).

Autora:  A Dra Vanessa Assis dos Santos é cirurgiã vascular, com especialização pela Universidade Estadual Paulista - UNESP.

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Dra. Vanessa Assis

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